30 outubro 2014

Homem que matou Bin Laden revelará sua identidade na TV

Membro de grupo de elite da Marinha é tema de documentário.
Emissora promete 'detalhes jamais compartilhados' sobre operação.


France Presse

O membro dos Seals - grupo de elite da Marinha americana - que matou Osama bin Laden revelará sua identidade em um documentário do canal Fox News, informou a emissora nesta quarta-feira (29).

"O homem que matou Osama Bin Laden" será transmitido em dois episódios, nos dias 11 e 12 de novembro, e incluirá o relato do militar que atirou contra o líder da Al-Qaeda durante a chamada Operação Lança de Netuno, realizada no Paquistão em 2011.

O Seal relatará como treinou para integrar esta força de elite da Marinha e dará "detalhes jamais compartilhados", incluindo a descrição dos instantes finais da vida do líder terrorista.

O programa também revelará a cerimônia "secreta" na qual o comando entregou uma camisa utilizada durante a missão ao Museu Nacional e Memorial do 11 de Setembro, em Nova York.

Em uma incursão noturna, ordenada pelo presidente Barack Obama e realizada no dia 2 de maio de 2011, um comando dos Seals chegou em helicópteros Blackhawk ao esconderijo de Bin Laden em Abbottabad, Paquistão, para matar o líder da Al-Qaeda e outras quatro pessoas.

Ataques aéreos mataram mais de 200 civis em 10 dias na Síria, diz grupo

Bombardeios foram laçados pelas forças do presidente Bashar al-Assad.
Um terço dos mortos seriam de crianças.


Do G1, em São Paulo

Bombardeios da Força Aérea síria lançados nos últimos 10 dias mataram ao menos 221 civis, um terço deles crianças, disse um grupo de monitoramento da guerra civil na Síria nesta quinta-feira (30), de acordo com a agência Reuters.

A intensificação da ofensiva por parte das forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, aumentou as preocupações entre seus opositores por considerarem que ele pode estar se aproveitando dos ataques aéreos dos Estados Unidos contra combatentes do grupo Estado Islâmico (EI) para retomar terreno no país, em guerra civil entre insurgentes e o governo.

Desde 20 de outubro militares sírios realizaram ao menos 769 ataques incluindo o uso de bombas de barril em muitas áreas do país, segundo o grupo Observatório Sírio de Direitos Humanos, com sede em Londres, e mais de 500 pessoas ficaram feridas.

O grupo informou que os ataques tiveram como alvo a província ao leste de Deir al-Zor; Homs, na região central da Síria; bem como províncias mais populosas no oeste como Latakia, Quneitra, Hama, Aleppo, Idlib e Deraa. Houve também ataques aos arredores de Damasco.

"O Observatório Sírio de Direitos Humanos renova sua condenação contra o silêncio contínuo da comunidade internacional com relação aos massacres cometidos diariamente pelo regime de Bashar al-Assad contra os filhos do povo da Síria", diz o grupo.

As Forças Armadas sírias aumentaram drasticamente o número de ataques desde que a coalizão liderada pelos EUA, composta por países ocidentais e árabes, começou a bombardear as forças do grupo Estado Islâmico no país no mês passado.

O governo sírio não fez objeções aos ataques aéreos seletivos, que se concentraram na área dominada por insurgentes no norte da Síria, longe das regiões mais populosas próximas da capital e da costa do mediterrâneo.

Nesta quinta, o secretário americano da Defesa, Chuck Hagel, reconheceu que o regime sírio de Bashar al-Assad pode se beneficiar dos ataques aéreos americanos contra alvos do EI.

Zonas de cessar-fogo

Nesta quinta, o enviado especial das Nações Unidas para a Síria, Staffan de Mistura, propôs a criação de zonas de cessar-fogo para permitir a distribuição de ajuda humanitária no país, informa a France Presse.

Após uma reunião com o Conselho de Segurança, o enviado especial explicou a repórteres que não tinha um plano de paz, e sim um "plano de ação", para tentar resolver um conflito que obrigou mais de 6,5 milhões de pessoas a deixarem suas casas.

De Mistura considerou que a cidade de Aleppo, no norte da Síria, poderia ser um "bom candidato" para esse tipo de zona.

"Seria uma área em que os combates seriam suspensos para permitir uma melhoria na ajuda humanitária e para que as pessoas saibam que, pelo menos nessas áreas, não haverá luta", acrescentou, sem dar mais detalhes.

Aleppo, a capital econômica da Síria antes do início da guerra em 2011, está dividida desde 2012 entre setores controlados pelo regime de Bashar al-Assad e áreas sob controle rebelde.


Sete militares são mortos em reduto separatistas pró-russo na Ucrânia

Mortes ocorreram nas últimas 24 horas; outros 11 ficaram feridos.
Este é o dia mais violento para as tropas ucranianas desde 14 de outubro.


France Presse

Sete militares ucranianos morreram em combates com os separatistas pró-russos no leste da Ucrânia, anunciou um porta-voz militar nesta quinta-feira.

"Nas últimas 24 horas, perdemos sete homens, e outros 11 ficaram feridos", afirmou Andrei Lysenko.

Este é o dia mais violento para as tropas ucranianas desde 14 de outubro, quando Kiev anunciou a morte de oito soldados, apesar do cessar-fogo instaurado em 5 de setembro.


Síria critica Turquia por permitir entrada de combatentes em Kobane

Cidade tem sido alvo de violentos ataques do Estado Islâmico.
Iraquianos chegam para reforçar luta curda contra o grupo radical.


France Presse

O regime de Damasco criticou duramente nesta quinta-feira (30) Ancara por ter permitido aos pershmergas iraquianos e aos rebeldes sírios que passassem por seu território para chegar a Kobane, cidade curda síria atacada pelos jihadistas do grupo Estado Islâmico.

"Mais uma vez a Turquia demonstra seu papel de conspirador, permitindo às forças estrangeiras e a terroristas que entrem na Síria, o que constitui uma violação flagrante da soberania síria", denunciou o ministério das Relações Exteriores da Síria em um comunicado.

"A Síria denuncia e rejeita este comportamento abjeto do governo turco e de seus cúmplices, que são responsáveis desde o início pela crise síria", completa a nota oficial, em referência aos Estados Unidos, que pressionaram Ancara para permitir a entrada dos peshmergas e dos rebeldes.

Desde o início da revolta na Síria, há três anos e meio, Damasco acusa a ex-aliada Turquia de apoiar os rebeldes e os jihadistas que desejam derrubar o regime sírio.

Ataque de drone americano mata insurgentes no Paquistão

Pelo menos quatro pessoas morreram na fronteira com o Afeganistão.
Vítimas seriam combatentes de fora, incluindo um árabe e um turcomano.


France Presse

Um ataque de drone americano matou nesta quinta-feira (30) pelo menos quatro supostos insurgentes nas zonas tribais do noroeste do Paquistão, na fronteira com o Afeganistão, informaram fontes locais.

O ataque aconteceu na localidade de Nargas, a 25 quilômetros de Wana, a principal cidade do Waziristão do Sul, um reduto dos talibãs, da Al-Qaeda e de combatentes estrangeiros, como uzbeques ou uigures.

Na semana passada, o Departamento de Estado americano adicionou à lista de "terroristas internacionais" o nome de um dos principais comandantes talibãs no Waziristão do Sul, Khan Said Sajna, apesar do insurgente ter rompido há alguns meses sua relação com a direção central do Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP, talibãs paquistaneses).

De acordo com fontes locais, no entanto, as quatro vítimas do ataque são combatentes estrangeiros, incluindo um árabe e um turcomano.

As forças americanas, que bombardeiam há quase 10 anos as zonas tribais do noroeste do Paquistão, reduziram as operações no início do ano para facilitar as negociações de paz entre o governo de Islamabad e o TTP.

Mas Washington decidiu retomar os ataques depois de uma operação em junho do exército paquistanês no Waziristão do Norte, prova do fracasso das negociações.


29 outubro 2014

Combatentes curdos abandonam sua base no Iraque rumo a Kobane

Oficiais confirmaram saída de 80 combatentes por terra e 72 por ar.
Turquia autorizou passagem por seu território.


France Presse

Os combatentes curdos iraquianos deixaram sua base no norte do Iraque nesta terça-feira (28) em direção à cidade curdo-síria de Kobane, para defendê-la dos jihadistas do grupo Estado Islámico (EI).

Dois oficiais curdos confirmaram a saída da base de Erbil de um contingente de 80 combatentes por terra, e outros 72 chegarão por avião à Turquia, que autorizou a passagem por seu território dos peshmergas enviados como reforço a Kobane.

Aguardados há semanas, esses primeiros reforços curdos devem chegar a Kobane nos próximos dias, se sua viagem e a passagem pela fronteira entre Turquia e Síria for feita sem problemas.

Combates são travados há mais de 40 dias nessa que é a terceira maior cidade curda da Síria, onde um dos objetivos dos jihadistas da organização Estado Islâmico (EI) é tomar o controle de bairros do norte e bloquear o caminho para a Turquia. Nesta segunda, o EI divulgou um video em que seu refém inglês John Cantlie diz que a cidade já está sob controle do grupo.

Nesta terça, pelo menos nove extremistas foram mortos em uma emboscada de combatentes curdos entre duas aldeias da periferia leste da cidade, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Aviões da coalizão liderada pelos Estados Unidos realizaram três ataques contra alvos no centro de Kobane, segundo a ONG.

Deslocamento

Em Erbil, capital da região do Curdistão iraquiano, um correspondente da AFP viu dezenas de caminhões militares deixando uma base do nordeste da cidade.

"Quarenta veículos transportando armas, peças de artilharia e metralhadoras, com 80 peshmergas (combatentes curdos iraquianos) a bordo, estão a caminho de (a província de) Dohuk e atravessaram hoje a fronteira" com a Turquia, informou um oficial curdo.

Um segundo contingente de 72 combatentes partirá no início da quarta de avião para a Turquia, de onde irá para a fronteira entre Turquia e Síria por Mursitpinar, localidade turca mais próxima de Kobane.

Os peshmergas serão "uma força de apoio", equipada principalmente com armas automáticas e lança-foguetes, disse Halgord Hekmat, porta-voz do ministério encarregado dessa força de segurança curda que já combate o EI no Iraque.

Eles permanecerão em Kobane "até que sua presença não seja mais necessária", afirmou.

Depois da pressão insistente dos Estados Unidos, o governo turco autorizou na semana passada a passagem de 150 combatentes peshmergas.

Mas Ancara não quer ir além e se recusa a ajudar militarmente as forças curdas de Kobane. Os turcos temem que uma operação como essa beneficie apenas o regime do presidente sírio, Bashar al-Assad - seu maior inimigo -, e o PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão), que enfrenta as forças de segurança da Turquia desde 1984.

No Iraque, a mobilização de combatentes fora do país causou um acalorado debate. Alguns deputados criticaram a permissão. Um deles a considerou "ilegal e inconstitucional". Mas, para Hakim al-Zamili, um dos líderes de uma das principais milícias xiitas, "interessa ao povo iraquiano" porque o Iraque e a Síria enfrentam a mesma ameaça.


Combatentes do Exército Sírio Livre entram na Síria para defender Kobane

Segundo fonte, 150 combatentes atravessaram a fronteira pela Turquia.
Objetivo é ajudar os curdos nos combates contra os jihadistas.


France Presse

Um grupo de rebeldes do Exército Sírio Livre (ESL), que luta contra o regime de Damasco, entrou nesta quarta-feira (29) na Síria a partir da Turquia para ajudar os combatentes curdos nos combates contra os jihadistas na cidade de Kobane, informou uma fonte turca.

A fonte, que pediu anonimato, afirmou que 150 combatentes do ESL atravessaram a fronteira durante a noite. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), ONG com sede em Londres, confirmou a informação, mas citou 50 rebeldes.

A agência de notícias pró-curda Firat afirmou que os combatentes atravessaram a fronteira a bordo de oito veículos.

A informação ainda não teve confirmação oficial, nem uma indicação sobre a procedência dos combatentes antes de chegar a Turquia.

O governo turco, que defende a saída do presidente Bashar al-Assad como única solução para o conflito sírio, apoia os rebeldes do ESL.

Paralelamente, os peshmergas, combatentes curdos procedentes do Iraque, permaneciam nesta quarta-feira em território turco, à espera de uma transferência para ajudar nos combates em Kobane, cidade curda da Síria atacada há várias semanas pelos jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI).

Um primeiro contingente de peshmergas estava em um local secreto da cidade de Suruc, perto da fronteira síria, segundo uma fonte turca.

Outro contingente, equipado com armas pesadas, entrou nesta quarta-feira na Turquia procedente do Iraque pelo posto de fronteira de Habur.

Os dois grupos devem atravessar a fronteira para a Síria juntos, segundo a mesma fonte.

Os combatentes que cruzaram a fronteira em Habur foram muito aplaudidos pelos curdos turcos, que os esperavam com bandeiras curdas.

23 outubro 2014

Militares envolvidos em acidente permanecem internados em MG

Seis estão internados em hospitais de Varginha, Lavras e Três Corações.
Veículo do Exército se chocou com caminhão carregado com papel.


Do G1 Sul de Minas

Seis militares que sofreram um acidente na Fernão Dias, em Campanha (MG), na terça-feira (21), continuam internados em hospitais do Sul de Minas. Em Varginha (MG), um militar continua internado na UTI do Hospital Bom Pastor. Em Lavras (MG), um militar permanece internado no CTI do Hospital Vaz Monteiro. Já em Três Corações (MG), quatro militares estão internados, sendo que um deles na UTI.

O sargento e dois soldados que morreram no acidente foram sepultados nesta quarta-feira (22). Segundo a Escola de Sargento das Armas (EsSA) de Três Corações (MG), o Sargento Paulo Henrique Rabello de Menezes foi sepultado em Guaratinguetá (SP), onde reside a família dele, e os soldados Jean Muzílio Gomes e Renan Henrique de Souza Teixeira foram enterrados em Jundiaí (SP).

Em nota, a EsSa informou que mais 22 militares ficaram feridos e foram atendidos nos hospitais da região. Os militares saíram de Jundiaí para participar de um encontro em Três Corações, que foi cancelado por causa do acidente. Ainda de acordo com a EsSA, as famílias das vítimas foram atendidas prontamente no próprio quartel em Jundiaí.

Caminhão carregado com papel também se envolveu em acidente na Fernão Dias (Foto: Polícia Rodoviária Federal)Caminhão carregado com papel também se envolveu em acidente na Fernão Dias (Foto: Polícia Rodoviária Federal)

Investigações

De acordo com a Polícia Civil de Três Corações, as investigações sobre o acidente devem ser feitas pelo próprio Exército através de Inquérito Policial Militar, já instaurado, conforme nota de esclarecimento enviada pela EsSA. Mesmo assim, a Polícia Civil fez perícia técnica no local do acidente e o laudo deve ficar pronto em até 30 dias.

O Exército informou que é permitido transportar militares na carroceria do caminhão e que o veículo é seguro. Os veículos militares, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, estão isentos do registro e licenciamento, assim como os ocupantes podem andar sem o cinto de segurança. Por meio de nota, o Comando Militar do Sudeste informou que os veículos militares seguem instruções próprias que estão no comando de operações terrestres de 2002. O documento estabelece limites de velocidade e procedimentos de segurança.

O acidente

O acidente aconteceu no final da tarde de terça-feira (21) e envolveu um veículo do Exército e um caminhão carregado com papel higiênico. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o caminhão do Exército de Jundiaí seguia para Três Corações quando rodou na pista e capotou. O caminhão com papel não conseguiu parar e bateu.

Por causa da batida, a pista ficou totalmente interditada. No sentido Belo Horizonte (MG), foi registrado um congestionamento de 13 quilômetros. Já no sentido São Paulo (SP), apenas uma das faixas foi interditada e chegou a registrar 2 quilômetros de congestionamento, mas a pista foi liberada por volta das 18h30 de terça-feira.

22 outubro 2014

Porque Ancara ajuda os curdos iraquianos?

No início desta semana o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, efetuou uma declaração, na qual anunciou que a Turquia concordou com o uso, pela milícia curda Peshmerga do Iraque, do território turco para ajudar Kobane. Até agora Ancara não só não intervinha nos acontecimentos, como não permitia que os curdos turcos ajudassem a cidade cercada de Kobane.


Yuri Mavashev | Voz da Rússia


O que provocou esta iniciativa de Ancara? Porque autorizou a Turquia o auxílio a Kobane apenas por parte das unidades curdas iraquianas? Pavel Shlykov, historiador, orientalista e professor da Universidade de Moscou partilhou sua opinião com a Voz da Rússia:

“Na minha opinião, existem duas razões principais que podem explicar isso. Uma consiste em que Ancara se dá conta que, existindo uma intervenção por parte dos EUA, se a Turquia não participasse, ela iria perder a face. Assim, os turcos querem minimizar suas perdas numa situação em que os restantes protagonistas regionais já tomaram a iniciativa.

“A segunda razão está relacionada com a primeira. O problema é que as perdas e riscos que Ancara irá sofrer, se ocorrer a queda de Kobane, poderão afetar a segurança nacional da Turquia. Todos se recordam da dimensão dos protestos da população curda que ocorreram em muitas cidades da Turquia há várias semanas. Aliás, neles participaram igualmente estudantes turcos. Eu recordo os acontecimentos dos anos 60 e 70 na Turquia, quando protestos estudantis provocaram uma crise política no país.”

Eis o que pensa a esse respeito outro dos nossos interlocutores, o presidente da Associação Russa de Solidariedade e Cooperação com o Povo Curdo Yuri Nabiev:

“Para entender esse passo de Ancara, temos de perceber quais são os curdos que serão ajudados. Se trata de desertores do exército sírio de Bashar Assad que se deslocaram para Arbil, no Iraque. Assim, para a Turquia é vantajoso fornecer um corredor a essas unidades. Assim, a Turquia não terá de deslocar suas próprias tropas para resolver o problema do Estado Islâmico, mas fazê-lo pelas mãos de cidadãos sírios de origem curda já será politicamente seguro, porque estes atraem muito menos atenções que o exército turco.

“É importante referir que Ancara não tem nada contra os curdos apoiantes de Massoud Barzani, o presidente do Curdistão iraquiano. Entre Arbil e Ancara já se estabeleceram há muito tempo relações bilaterais construtivas. Além disso, esses apoiantes de Barzani fazem parte da oposição síria apoiada por Ancara.

“Também não podemos descurar o fato de o presidente Barzani ter igualmente boas relações com Washington. Até os ataques aéreos dos EUA contra o Estado Islâmico foram uma iniciativa sua. Até o armamento largado pelos norte-americanos em Kobane era proveniente do Curdistão iraquiano.”

Turquia critica EUA por EI estar usando armas americanas

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, lançou fortes críticas aos EUA por estes terem lançado de avião erradamente armas e munições destinadas às milícias de Kobane. Na sequência disso, uma parte de armas ficou nas mãos de assaltantes do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).


Voz da Rússia


“Foi uma decisão errada”, salientou o líder turco, esta quarta-feira, antes de embarcar no avião com destino aos países bálticos, alegando informações contidas em vídeos postos a circular por extremistas nas redes sociais.

“Agora já está claro a quem foi prestada ajuda”, lamentou.


EUA reconhecem que EI capturou armas e munições americanas

O Ministério da Defesa dos EUA reconheceu o fato de “algumas caixas com armas e munições lançadas de avião para os defensores de Kobane sitiada terem sido capturadas por islamistas do Estado Islâmico (EI)”.


Voz da Rússia

Segundo o porta-voz do Pentágono, Steve Warren, a “carga teria aterrado num local errado, devendo ter ficado nas mãos do adversário”.


EUA, Síria, Kobane, pentágono

Acrescentou que uma outra pequena parte da carga, destinada às milícias curdas, ficou inutilizada em resultado da aterragem mal sucedida. Ao mesmo tempo, as demais cargas, lançadas de pára-quedas no domingo passado na zona de Kobane, conseguiram chegar aos destinatários, que estão defendendo a cidade contra uma violenta ofensiva desencadeada pelo EI.



Na Eslováquia terminaram exercícios militares de cinco países da OTAN

As manobras militares do quarteto de Vysehrad (Polónia, República Checa, Eslováquia e Hungria), juntamente com destacamentos dos EUA, terminaram esta quarta-feira no território da Eslováquia, informa a RIA Novosti, citando a representante do Ministério da Defesa daquele país, Martina Balleková.


Voz da Rússia

Os exercícios se realizaram nos dias 13-22 de outubro em um polígono militar perto da vila de Lest. A fonte refere ainda que as manobras, denominadas Ground Pepper, contaram com a participação de 1,3 mil soldados e oficiais e 300 unidades de material bélico diverso.


Eslováquia, OTAN, manobras

Em conformidade com o roteiro das manobras, “um país vizinho, por meio de ofensiva súbita, vem ocupando uma parte do território de um Estado-membro da OTAN. O Exército do país invadido tenta opor resistência ao agressor através de apoio militar dos aliados”.


OTAN e economia: como lucrar com a “ameaça russa”

As tentativas da OTAN de igualar as ações da Rússia ao terrorismo internacional estão muito para além do razoável. Foi assim que o Ministério das Relações Exteriores da Rússia reagiu à nova porção de declarações antirrussas de Alexander Vershbow. As declarações do vice-secretário-geral da OTAN causaram uma reação semelhante na mídia ocidental.


Igor Siletsky | Voz da Rússia

A intensificada manipulação da opinião pública em que funcionários de Washington e da OTAN se têm empenhado recentemente é ditada por receios bem fundados, notou o porta-voz do Ministério do Exterior russo Alexander Lukashevich:

“A contribuição ativa da Rússia para os esforços internacionais para resolver a crise na Ucrânia, bem como a promoção pelo nosso país da agenda positiva nas relações internacionais em geral, podem minar o mito da suposta “ameaça russa” para a segurança dos países-membros da OTAN. Pois é justamente este postulado que é usado para justificar a necessidade de coesão da aliança com base em disciplina rigorosa no espírito da Guerra Fria, bem como a política adotada de expansão da infraestrutura da OTAN “para leste”, o aumento da presença militar do bloco perto das fronteiras russas. E contudo, são novamente ignorados os riscos para a segurança europeia que esses planos criam”.

Tal foi a resposta de Moscou ao discurso de Alexander Vershbow. Há dias, o vice-secretário-geral da OTAN comparou a política da Rússia às ações dos terroristas do grupo Estado Islâmico. Em suas palavras, “o revisionismo neo-soviético de Vladimir Putin e o terrorismo do EI têm suas caraterísticas distintivas. Mas eles compartilham métodos semelhantes – intimidação e violência – para alcançar um objetivo semelhante: a rejeição da democracia, da tolerância e da supremacia do direito como o padrão de ouro das relações internacionais”.

Esta passagem causou particular surpresa aos diplomatas russos. Como observou o Ministério das Relações Exteriores, é bastante estranho ouvir discursos sobre a necessidade de outros países respeitarem os “princípios básicos das relações internacionais” por parte do representante de uma organização que tem repetidamente negligenciado a Carta das Nações Unidas. Pois foi justamente sob os auspícios da OTAN que começaram operações militares no Iraque, Líbia e Afeganistão.

O chefe do Pentágono Chuck Hagel não ficou muito para trás de seu compatriota. Ele avisou os militares dos Estados Unidos para estarem preparados para “lidar” com o exército da Rússia, que está “às portas da OTAN”.

No entanto, ambas essas declarações foram feitas já depois da declaração do principal “pacificador”, prêmio Nobel da Paz – Barack Obama. Na Assembleia Geral das Nações Unidas o presidente dos Estados Unidos chamou a Rússia a segunda maior ameaça depois do vírus ebola. Assim que a chamada “ameaça russa” é hoje no Ocidente uma tendência que está na moda, diz o diretor do Instituto Internacional de Estados Recentes Alexei Martynov:

“Toda a mídia ocidental está sobrecarregada de retórica antirrussa – inclusive com histórias imaginárias sobre como a Rússia está fazendo algo militarmente na Ucrânia, como o furioso urso russo é perigoso para a Europa, para a OTAN. Nós entendemos que tudo isso tem um único objetivo: aumentar os orçamentos militares da OTAN”.

Deve-se dizer que nem toda a mídia ocidental se entusiasmou com propaganda antirrussa. Encontram-se também opiniões objetivas. Por exemplo, a publicação Imprensa Livre Tcheca (Czech Free Press) escreve: argumentar que a Rússia é uma ameaça que se aproximou das fronteiras da OTAN – apenas porque ela tem em seu próprio território um exército moderno, capaz de combater e capaz de repelir um possível ataque da América – só pode um instigado militante, um mentiroso ou um louco completo (ou talvez até “três em um”). E pessoas que aceitam e adotam tal retórica, infelizmente, também são chamados assim.

Segundo o autor do artigo, tudo sugere que os Estados Unidos ainda não abandonaram o seu plano louco de desencadear uma guerra local com a Rússia na Ucrânia ou nos países do Báltico, bem como baixar uma nova cortina de ferro entre a Europa e a Rússia, para se apropriar do mercado europeu e se livrar da competição russa. Mas como se costuma dizer, querer não é poder.



Alemanha condena eventual emprego de bombas de fragmentação na Ucrânia

Em ótica do governo alemão, as acusações contidas num recente relatório da Human Rights Watch (HRW) são “muito sérias”, embora seja impossível fazer uma avaliação adequada e objetiva deste documento, anunciou, esta quarta-feira, o porta-voz do governo da Alemanha, Steffen Seibert.


Voz da Rússia

Nas suas palavras, se na Ucrânia tivessem sido realmente usadas bombas dessa categoria, o governo alemão iria condenar tal fato.

No entanto, lembrou que a Rússia e a Ucrânia não assinaram o Convénio de Proibição de Munições Múltiplas.



Guarda Nacional da Ucrânia recebe novos complexos de mísseis

Voz da Rússia

As autoridades da Ucrânia irão fornecer à Guarda Nacional novos blindados, equipados com novos complexos de mísseis, informou hoje Arseni Avakov, ministro do Interior da Ucrânia.


Guarda Nacional da Ucrânia recebe novos complexos de mísseis

“Acabaram de chegar blindados KRAZ Spartan. Hoje, entregamos esse equipamento à Guarda Nacional. Depois, durante alguns dias, serão acabados de equipar na fábrica Luch em Kiev com armamento moderno e complexos ucranianos de mísseis antitanque com um raio de alcance de 6 km. E para a frente”, escreveu Avakov no Facebook.



Rússia irá colocar no Conselho da Europa questão da violação de direitos humanos na Ucrânia

Os deputados russos irão colocar a questão da violação de direitos do homem na Ucrânia perante os membros da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (APCE) quando retomarem o exercício de suas funções naquele organismo internacional.


Voz da Rússia

“No ano que vem, em que vamos reiniciar o trabalho na APCE, este será o primeiro assunto que vamos pôr na agenda”, disse, em declarações prestadas ao canal de televisão russo Rossiya 24, Igor Morozov, membro da comissão parlamentar para as relações internacionais.


APCE, Rússia, UcrâniaFoto: Council of Europe

Entretanto, o Tribunal Europeu para Direitos Humanos não pode proceder ao exame de demandas apresentadas por cidadãos da Ucrânia, visto que, no Tribunal de Estrasburgo, só se aceitam queixas depois de esgotadas as possibilidades de defesa no país demandista.

OSCE prorroga missão na fronteira russo-ucraniana

O Conselho Permanente da OSCE, em sessão especial da quarta-feira, prorrogou por mais um mês o mandato da missão de observação nos postos de controle fronteiriço russos de Donetsk e Gukovo, divulgou a vice-presidente da OSCE, Natasha Rajakovic.


Voz da Rússia

A decisão, adotada por consenso de 57 Estados-membros, foi precedida por uma difícil discussão quanto aos prazos de novo mandato e eventual alargamento da missão de supervisão.


OSCE, Ucrânia, observadores

Segundo disse na semana passada o representante dos EUA, Daniel Baer, o seu país e uma série de outros Estados tinham insistido em que a missão fosse estendida a outros postos de controle russos com o direito de os observadores se deslocarem de um posto para outro.



OSCE: militares ucranianos são culpados da maioria das violações do cessar-fogo

Na maioria dos casos confirmados, são culpados das violações do cessar-fogo na Ucrânia os militares desse país.


Voz da Rússia

Semelhantes conclusões do centro conjunto de controle e coordenação do regime de cessar-fogo no leste da Ucrânia foram reveladas no relatório da missão de observação da Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) na Ucrânia de 20 de outubro, publicado no site da organização.

Os observadores encontraram-se com membros da sede central do centro conjunto de controle e coordenação em Debaltsevo, nomeadamente com representantes da Ucrânia, República Popular de Donetsk (RPD), República Popular de Lugansk (RPL) e Rússia. Eles comunicaram 75 casos de violação do cessar-fogo, 15 dos quais foi possível confirmar. “As RPD e RPL são responsáveis por dois deles, enquanto os militares ucranianos são por 13”, lê-se no documento. Mas os observadores não precisam de que período de tempo se trata.



Argentina quer comprar 24 caças supersônicos Gripen

Será assinado em São Paulo uma declaração conjunta, confirmando a intenção do país a aderir à renovação da frota iniciada pelo Brasil.


Edgardo Aguilera | Ambito

O Governo decidiu abrir uma negociação com a administração de Dilma Rousseff para adquirir 24 aviões Saab Gripen no programa chamado FX 2 que se concretizou no Brasil para equipar a Força Aérea Brasileira (FAB) com esses dispositivos de 4ª geração. 




Hoje representantes dos dois governos, assinaram em São Paulo uma declaração conjunta reafirmando a intenção de Argentina para participar da renovação da frota de interceptores lançados pelo Brasil. Este projeto de médio prazo, que irá substituir o Mirage dilapidado da Força Aérea Argentina está ligada ao progresso na complementação e integração da indústria da aviação que passou a incorporar a Argentina Aircraft Factory (FAdeA) no processo de construção de aviões de transporte projetado pela Embraer KC 390 para FAB.

A iniciativa tem como objetivo fornecer uma solução para a necessidade do país de um acompanhamento adequado para a indústria aeroespacial de aviões supersônicos, em conjunto com o equipamento do sistema de vigilância radar fornecendo detecção de longo alcance desenvolvido pela INVAP chamado radar primário Argentino.

O governo brasileiro lançou um concurso em 2001 ascendeu a 4.500 milhões de dólares, a fim de substituir o Mirage 2000 da FAB. O caça Saab Gripen NG concorreu com o F / A-18 Super Hornet da Boeing e Dassault Rafale da francês. No final de 2013, soube-se que o vencedor foi o sueco Saab Gripen NG. Um dos pontos-chave para determinar quem seria favorecida foi a transferência irrestrita de tecnologia para fabricar a aeronave em território brasileiro e equipar a indústria de defesa do país.

O Brasil planeja construir esses aviões e promover o desenvolvimento da indústria nacional e também chegar a outros mercados. Aposta imediata é a América Latina, a Argentina aparece como o primeiro candidato após a declaração conjunta foi assinada hoje.

As disposições do contrato entre a Suécia e o Brasil indicam que o primeiro Gripen NG virá para a Força Aérea Brasileira em 2018.


Operação na Amazônia aperfeiçoa ação conjunta das Forças Armadas

Agência Brasil

A terceira edição da Operação Amazônia terminou nesta terça-feira (21). O treinamento militar, coordenado pelo Ministério da Defesa, reuniu 4 mil homens do Exército, da Marinha e da Força Aérea durante 11 dias em Manaus, Boa Vista e Normandia (RR).

Segundo o subchefe do Estado-Maior Conjunto da Operação Amazônia, coronel Henrique de Jesus Pedrosa Batista, o principal objetivo foi aperfeiçoar a atuação integrada das Forças Armadas, a logística e os métodos operacionais das tropas.

“A Operação Amazônia tem a vantagem de todos os exercícios envolverem a Marinha, o Exército e a Força Aérea, nos preparando para qualquer eventual necessidade”, disse. Para ele, a ação conjunta é fundamental para a defesa do país.

O coronel destacou que as dificuldades enfrentadas na Amazônia são importantes para treinar os militares e manter a capacidade de operação das tropas. “A Amazônia tem características próprias, de abastecimento, de deslocamento das tropas. Isso dificulta a operação, mas nos torna mais preparados para aturarmos em qualquer circunstância”.

De acordo com o Ministério da Defesa, foram simuladas medidas de defesa, contra-ataques aéreos, o transporte de feridos, a proteção de estruturas consideradas estratégicas, entre outros execícios. As ações serviram também para aperfeiçoar o uso de equipamentos, como lanchas, aviões, helicópteros e navios.


2° turno das eleições: urnas são transportadas para 101 locais isolados no AC

Helicópteros da FAB começaram o transporte na segunda-feira (20). Urnas são levadas a aldeias indígenas, seringais e reservas.


Veriana Ribeiro | G1

No segundo turno das Eleições de 2014, o Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) montou um esquema para garantir o transporte de urnas eletrônicas para os 101 locais de difícil acesso no estado. Para chegar a estas localidades, as urnas eletrônicas estão sendo transportadas por helicópteros, barcos e caminhonetes traçadas. Com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB), as urnas começaram a ser transportadas nesta segunda-feira (20).

"Desde segunda eles estão em voo. Já entregaram em algumas comunidades de Manoel Urbano e nesta terça-feira (21) estão entregando as urnas em algumas comunidades de Assis Brasil. Nesta tarde chega em Cruzeiro do Sul uma segunda aeronave para fazer o transporte", afirma o diretor-geral do TRE-AC, Carlos Vinícius Ribeiro.

Dos locais de difícil acesso, 42 só podem ser acessados através de helicópteros e 12 deles estão na fronteira com o Peru, entre aldeias indígenas, seringais e reservas florestais. Ao todo, estão envolvidas nesta força-tarefa ao menos 700 pessoas entre mesários, policiais, motoristas e os 12 oficiais da FAB que vieram auxiliar no transporte. Estão sendo utilizados dois helicópteros da FAB, um tem como base a capital acreana e outro o município de Cruzeiro do Sul.

Para transmitir os dados nessas localidades isoladas, o TRE-AC utiliza antenas de transmissão e notebooks, que são manuseados pelo próprio mesário. Dessas 101 áreas, em 77 a transmissão do resultado das eleições para os computadores da Justiça Eleitoral só ocorre via satélite.

Para cada localidade, estão sendo levadas duas urnas, uma para ser usada no pleito e outra reserva, caso ocorra alguma falha. Além disso, estão lendo levadas urnas de lona e células de votação, para que não haja problemas na votação se ambas as urnas eletrônicas apresentarem problema.

"É uma repetição de operação normal, tudo o que foi feito no primeiro turno precisa ser feito novamente neste segundo turno. É como se fosse uma eleição nova para a gente. Nós já estamos preparados para isso. Temos urnas reservas e pessoas treinadas para fazer a substituição. Essa eleição não tem nada de diferente ao primeiro turno, nossas preocupações são as mesmas", afirma Ribeiro.

Veja quais os municípios com locais isolados

Em Assis Brasil, município acreano que faz fronteira com o Peru, são seis comunidades isoladas, todas em que só é possível levar as urnas por meio de helicóptero. O município de Brasiléia, que faz fronteira com a Bolívia, possui apenas uma reserva distante, com acesso de caminhonete 4X4.

Em Bujari, são três comunidades com acesso de barco. Já em Cruzeiro do Sul, são seis locais, sendo uma com acesso somente de helicóptero, quatro de barco e uma com caminhonete.

No município de Feijó, são nove comunidades, sendo oito por helicóptero e uma com caminhonete. Em Jordão, são três comunidades com acesso só por helicóptero. Em Mâncio Lima, cinco locais distantes, sendo o acesso todos de barco. Em Manoel Urbano são dois locais, um por barco e o outro por helicóptero.

No município de Marechal Thaumaturgo, são 12 localidades, sendo seis somente de barco e seis de helicóptero. Em Porto Walter são nove comunidades, sendo cinco com acesso de helicóptero e quatro de barco. Na capital, Rio Branco, há dois locais com acesso somente por barco. Em Rodrigues Alves são quatro locais, dois com acesso de caminhonete e dois por barco. Em Santa Rosa do Purus são três locais com acesso por helicóptero.

Sena Madureira tem quatro regiões distantes, sendo uma por caminhonete e três de helicóptero. Tarauacá tem seis comunidades, sendo todas por helicóptero. Por fim, em Xapuri são duas reservas, todas com acesso por caminhonete.

O segundo turno das Eleições 2014 será realizado no próximo dia 26 de outubro em todo o país. Os eleitores deverão escolher entre Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) para a presidência. Em 13 estados e no Distrito Federal, os brasileiros deverão votar ainda para governador. No Acre, a disputa será entre os candidatos Marcio Bittar, do PSDB e Tião Viana, do PT.



Batalha pelo controle da cidade curda de Kobane segue na Síria

Curdos sírios reclamam da pouca ajuda turca para conter radicais.
Estado Islâmico quer tomar cidade síria.


Reuters

A batalha continua nesta quarta-feira (22) pelo controle da cidade síria de Kobane, na fronteira com a Turquia, enquanto os curdos iraquianos se preparam para mandar reforços para sua milícia que luta contra os jihadistas do grupo radical Estado Islâmico.

Bombardeios continuam na cidade de Kobane nesta quarta-feira (22) (Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters)Bombardeios continuam na cidade de Kobane nesta quarta-feira (22) (Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters)

As milícias curdas lutam contra os radicais desde setembro sem ajuda externa - a não ser eventuais ataques aéreos americanos sobre os jihadistas. O governo turco disse neste domingo que permitiria o envio de reforços curdos iraquianos para Kobani. Esses combatentes poderiam fazer diferença na batalha pela cidade, onde os curdos lutam por semanas contra os jihadistas, mais bem armados.

A recusa da Turquia em intervir na luta frustrou os Estados Unidos. Também espalhou protestos violentos no sudeste do país promovidos por curdos irritados com negativa de Ancara a abrir a fronteira para que guerrilheiros voluntários cheguem à cidade.

A Turquia vê os curdos sírios com suspeita por causa de sua ligação com o grupo PKK, que há décadas luta pelos direitos curdos na Turquia e que Washington considera um grupo terrorista.

Em agosto, os EUA começaram a atacar alvos do Estado Islâmico pelo ar no Iraque - e cerca de um mês depois passaram a bombardear também a Síria.

Kobane é uma das três áreas perto da fronteira onde curdos sírios estabeleceram seu próprio governo desde que o país entrou em guerra civil, em 2011.


21 outubro 2014

Rússia: não há provas que confirmem informação alemã sobre Boeing abatido

Moscou está surpresa com a facilidade com que o Serviço Federal de Inteligência da Alemanha (BND) divulga informações sobre o Boeing da Malaysia Airlines abatido na Ucrânia, cuja exatidão não tem outras confirmações, afirma um comentário do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Alexander Lukashevich, em conexão com um artigo publicado no semanário alemão Der Spiegel.


Voz da Rússia

"Se imaginarmos que as referências do Der Spiegel ao relatório são verdadeiras, então, surpreende a facilidade com que o BND divulga informações cuja precisão não é confirmada. O lado russo insistiu repetidamente que todas as informações relacionadas com a tragédia seriam transferidas imediatamente à comissão de inquérito. Assim fez, em particular, o Ministério da Defesa russo, transferindo a Haia todos os materiais reais que estavam à nossa disposição", disse ele.


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Segundo Lukashevich, de acordo com as conclusões da mesma inteligência alemã, "as provas da culpa" das milícias, que o lado ucraniano divulgou imediatamente após a tragédia, incluindo as fotografias, foram manipuladas.

"Parece-se que isso não incomoda os especialistas alemães. Poucas pessoas precisam de ser convencidas de que a tarefa dos serviços secretos é fornecer à liderança do seu país informações absolutamente confiáveis nas quais se baseiam as decisões ou conclusões. Ao mesmo tempo, a informação dos serviços de segurança não pode ser divulgada a não ser que alguém queira lançar uma falsificação clara", afirma o comentário.

Segundo o diplomata, as declarações precipitadas de alguns políticos são provocadas pelo fato de que eles não se preocupam com necessidade de entender a essência dos problemas baseando-se em fatos objetivos.



Milicianos anunciaram bombardeios de Donetsk com munições incendiárias

Os militares ucranianos empregaram munições incendiárias contra a cidade de Donetsk, investiga-se o número de mortos, declarou um representante do serviço de imprensa do batalhão Vostok.


Voz da Rússia

“Durante a noite, foram bombardeadas com munições incendiárias as posições do batalhão Vostok no extremo sudoeste de Donetsk. Isso provocou vários incêndios locais”, informaram no serviço de imprensa.


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© AP/Sergei Grits

Segundo dados do Vostok, os disparos de artilharia e de lança-granadas continuaram também em outras regiões da autoproclamada República Popular de Donetsk.

Nomeadamente, foi feito um disparo de lança-granadas contra uma unidade das forças dos milicianos na zona da vila de Nikishino, região de Shakhtersk.



Ativistas de direitos humanos acusam Kiev de crimes de guerra

As Forças Armadas ucranianas utilizaram em áreas densamente povoadas de Donbass munições de fragmentação, afirmou a organização internacional de direitos humanos Human Rights Watch (HRW). O uso de bombas de fragmentação em áreas povoadas viola as leis de guerra e equivale à prática de crimes de guerra, enfatizam os ativistas de direitos humanos.


Natalia Kovalenko | Voz da Rússia

Forças de segurança controladas por Kiev usaram projéteis com ogivas de fragmentação de sistemas de lança-foguetes múltiplos Uragan e Smerch em cidades e aldeias de Donbass. Tal foi a conclusão dos peritos da organização internacional de direitos humanos Human Rights Watch, sediada em Nova York.

Os ativistas de direitos humanos estiveram durante uma semana em Donetsk e outras localidades da região de Donetsk, onde documentaram o amplo uso de munições de fragmentação. Além disso, pelo menos 12 desses ataques ocorreram em outubro, ou seja, durante a trégua em vigor.

Os ativistas não conseguiram estabelecer em todos os casos quem exatamente usou munições de fragmentação em áreas residenciais. Por isso eles não excluem que possam ter sido também as milícias. Mas em alguns casos, as provas colhidas apontam irrefutavelmente para a culpa do exército ucraniano. Trata-se, em particular, do ataque contra uma escola em Donetsk no dia 1 de outubro que matou os pais de dois alunos e um professor, e também do bombardeio do centro de Donetsk em 2 de outubro, resultando na morte do funcionário do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Laurent du Pasquier.


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“O uso de munições de fragmentação em áreas povoadas viola as leis de guerra e pode ser um crime de guerra, porque esta arma ataca indiscriminadamente”, diz um comunicado da Human Rights Watch. “As autoridades ucranianas devem imediatamente se comprometer a não usar munições de fragmentação e juntar-se à convenção que as proíbe”, apelam os defensores de direitos humanos.

A investigação da Human Rights Watch é uma das poucas ocasiões em que especialistas estrangeiros visitaram Donbass e conseguiram recolher provas dos crimes de Kiev. E o uso de bombas de fragmentação em cidades não é o único crime nesta lista.

A descoberta de valas comuns de civis em posições ocupadas por tropas ucranianas antes de recuar no âmbito da trégua também requer investigação, bem como o uso de bombas de fósforo proibidas, disse o vice-chefe de gestão operacional do estado-maior das Forças Armadas russas, general-major Viktor Poznikhir:

“Nós temos confirmação verificada de que em cidades e vilas do sudeste da Ucrânia foram usadas munições contendo fósforo. Esta afirmação baseia-se em indícios característicos: alta velocidade de queda, ao contrário de munições de iluminação, o fato de os elementos se espalharem ardendo em forma de chuva de faíscas sobre uma área grande; surgimento de incêndios de grandes proporções em áreas de queda e alta temperatura de combustão”.

Mas Kiev não respondeu ao pedido oficial da HRW sobre o uso de munições de fragmentação. Kiev tem negado o uso de bombas de fósforo em áreas residenciais de Donbass e, geralmente, se recusa a reconhecer os ataques da artilharia contra civis ucranianos.

Na sexta-feira, 24 de outubro, o Conselho de Segurança das Nações Unidas vai realizar uma reunião aberta sobre a situação na Ucrânia. Nela, o lado russo pretende levantar a questão dos crimes de guerra de Kiev.


Milícias: forças de segurança ucranianas violam cessar-fogo 7 vezes por dia

O exército ucraniano violou o cessar-fogo em Donbass sete vezes por dia, notificou esta terça-feira o centro de imprensa do sudeste. Observa-se que os ataques foram realizados a partir dos assentamentos de Avdeevka e Peski.


Voz da Rússia

Anteriormente, o Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia tinha declarado que a intensidade dos ataques em Donbass diminuiu nas últimas vinte e quatro horas.


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"Durante o dia, foram registrados sete casos de violação de cessar-fogo por parte da Ucrânia", afirmou o centro de imprensa da milícia.



Rússia: luta contra EI seria mais bem-sucedida com a participação de Damasco e Teerã

A recusa da coalizão antiterrorista de interagir com as autoridades da Síria e do Irã complica a luta contra o grupo extremista Estado Islâmico, declarou o representante permanente da Rússia na ONU, Vitali Churkin.


Voz da Rússia

"A coalizão recusa-se a cooperar com Damasco e Teerã que são aliados lógicos na luta contra o terrorismo na região", disse Churkin esta terça-feira, falando em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU.

O representante permanente da Rússia está convencido de que "se esses complexos ideológicos forem vencidos, talvez a campanha militar empreendida contra o Estado Islâmico seja muito mais bem-sucedida, inclusive na cidade síria de Kobane, habitada por curdos".

O diplomata também se manifestou contra a ajuda dos países ocidentais à oposição moderada na Síria.

"Isso leva, por si próprio, a uma nova escalada da confrontação militar. Além disso, já vimos como se realiza a radicalização da oposição moderada, que se torna indistinguível de grupos terroristas e extremistas", disse Churkin.



Alemanha aloca 20 milhões de euros para ajudar refugiados iraquianos

A Alemanha alocou um adicional de 20 milhões de euros para ajudar os refugiados no Iraque, declarou esta terça-feira o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier.


Voz da Rússia

Espera-se que o dinheiro seja gasto na construção de campos de refugiados, proteção de abrigos existentes contra frio e compra de tendas, fogões, colchões, cobertores térmicos e roupas de inverno.


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"No Iraque, atualmente, cerca de 1,8 milhões de pessoas são refugiados internos, metade delas localiza-se na região do Curdistão", afirma o comunicado de Steinmeier. Segundo o ministro, os refugiados moram agora "em escolas, edifícios inacabados ou simplesmente ao ar livre, eles precisam urgentemente de abrigo".

O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha gastou, este ano, 45 milhões de euros para ajudar os refugiados no Iraque.


Atentado talibã mata soldados afegãos em Cabul

Explosão foi provocada por bomba ativada à distância perto de estrada.
Pelo menos 12 pessoas ficaram feridas.


France Presse

Um atentado talibã contra um ônibus do exército afegão matou quatro soldados e deixou 12 pessoas feridas nesta terça-feira em Cabul, no mais recente de uma série de ataques contra as forças de segurança na capital do país.

Explosão matou quatro soldados afegãos em Cabul nesta terça-feira (21) (Foto: Massoud Hossaini/AP)Explosão matou quatro soldados afegãos em Cabul nesta terça-feira (21) (Foto: Massoud Hossaini/AP)

A explosão foi provocada por uma bomba ativada à distância à margem de uma estrada, segundo as autoridades.

Os talibãs reivindicaram o atentado em uma conta no Twitter e afirmaram que 12 pessoas morreram no ataque. O porta-voz do movimento extremista, Zabihullah Mujahid, exagera sistematicamente o balanço de vítimas.

'Condenamos este ataque covarde', afirmou o general Zahir Azimi, porta-voz do ministério da Defesa em um comunicado.

Os ônibus do exército afegão foram alvos de vários atentados nos últimos meses em Cabul.

Os talibãs não aceitam os acordos de segurança assinados pelo presidente Ashraf Ghani com Estados Unidos e Otan, que estabelecem a manutenção de tropas estrangeiras no país uma vez concluída, ao fim do ano, a missão de combate da Aliança Atlântica.


Embraer apresenta avião de transporte militar KC-390 em Gavião Peixoto, SP

Companhia poderá realizar testes em solo antes do 1º voo da aeronave.
Evento contou com a presença do Ministro da Defesa, Celso Amorim.


Do G1 São Carlos e Araraquara

A Embraer e o Comando da Aeronáutica apresentaram, nesta terça-feira (21), o primeiro protótipo do avião de transporte militar KC-390 produzido na fábrica de Gavião Peixoto (SP). Essa é a maior aeronave fabricada no Brasil, segundo a empresa. O evento teve a presença do Ministro da Defesa, Celso Amorim. O acordo entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e a fabricante brasileira de aviões prevê a aquisição de 28 aeronaves ao longo de dez anos - a primeira entrega está programada para 2016.

Embraer apresenta avião de transporte militar KC-390 em Gavião Peixoto, SP (Foto: Divulgação/ Embraer )Embraer apresenta avião de transporte militar KC-390 em Gavião Peixoto, SP (Foto: Divulgação/ Embraer )
Com a apresentação, a companhia poderá realizar testes em solo antes do primeiro voo da aeronave, previsto para ocorrer até o final deste ano. Segundo o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Juniti Saito, o KC-390 será a espinha dorsal da aviação de transporte da FAB. "Ele poderá operar tanto na Amazônia quanto na Antártica. As turbinas a jato conferem bastante agilidade à aeronave, que cumprirá todas as missões, mas muito mais rápido e melhor”, afirmou por meio da assessoria de imprensa.

Após o evento, a aeronave vai continuar com as avaliações iniciais de sistemas e, em seguida, com o primeiro acionamento do motor, os testes de vibração em solo e demais ensaios planejados. O avião é o primeiro de dois protótipos que serão usados nas campanhas de desenvolvimento, testes de solo, testes de voo e certificação.

A partir de 2016, os aviões vão substituir a frota de aviões Hércules, que são usados atualmente. "Eles [os Hércules] estão fazendo 50, 60 anos e estão merecendo uma justa aposentadoria, no mundo inteiro. [O KC-390] é um avião de última geração. Eu diria que não é só o maior avião produzido no Brasil, provavelmente é o maior projeto de avião produzido no hemisfério sul. É um avião que vai ter grande importância militar, transporte de tropas, reabastecimento em voo, mas também para a Defesa Civil, para evacuações médicas, incêndios. É um grande passo que o Brasil e a Embraer estão dando e também é um passo importante em termos de cooperação internacional de uma maneira positiva", disse o ministro Amorim.

O avião

O KC-390 é um projeto da FAB com a Embraer para produção de um avião de transporte militar tático e reabastecimento em voo que representa um avanço significativo em termos de tecnologia e inovação para a indústria aeronáutica brasileira. Ele começou a ser desenvolvido em 2009, na unidade da Embraer em Gavião Peixoto.

Embraer apresenta avião de transporte militar KC-390 em Gavião Peixoto, SP (Foto: Divulgação/ Embraer)Embraer apresenta avião de transporte militar KC-390 em Gavião Peixoto, SP (Foto: Divulgação/ Embraer)
A aeronave é projetada para estabelecer novos padrões em sua categoria, com menor custo operacional e flexibilidade para executar uma ampla gama de missões: transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento aéreo, busca e resgate e combate a incêndios florestais, entre outras.

Com turbinas a jato, o KC-390 ppode alcançar a velocidade de 850 km/h. Uma aeronave poderá decolar de Brasília e chegar sem escalas a qualquer capital brasileira com 23 toneladas de carga, sua capacidade máxima. Nas asas, o avião poderá levar até 23,2 toneladas de combustível. Além de alimentar as próprias turbinas, também será possível fazer o reabastecimento em voo (REVO) de outros aviões ou helicópteros. É por isso que a aeronave é chamada de KC: C de Carga e o K de tanker, ou reabastecedor, em inglês. O KC-390 também terá a capacidade de ser reabastecido em voo por outras aeronaves.

O compartimento de carga tem 18,54 metros de comprimento, um pouco maior que uma quadra de vôlei. A largura é de 3,45 metros e a altura é de 2,95 metros. O espaço é suficiente para acomodar equipamentos de grandes dimensões, além de blindados, peças de artilharia, armamentos e até aeronaves semi-desmontadas.Também poderão ser levados 80 soldados em uma configuração de transporte de tropa, 64 paraquedistas, 74 macas mais uma equipe médica ou ainda contêineres, carros blindados e outros equipamentos.

Produção em série

No dia 20 de maio deste ano, a Embraer e a Força Aérea Brasileira assinaram o contrato de produção em série para a entrega de 28 aeronaves KC-390 e suporte logístico inicial. Além da encomenda FAB, existem atualmente intenções de compra de outros países totalizando 32 aeronaves. Um hangar em Gavião Peixoto foi inaugurado para a linha de montagem.

O contrato para produção em série prevê investimento de R$ 7,2 bilhões. Mais de 1,5 mil trabalhadores se envolveram diretamente no projeto, além de mais de 50 empresas brasileiras participaram do desenvolvimento do cargueiro. A Embraer tem negociações para a venda do KC-390 no exterior. Há intenções de compra do pela Argentina, Chile, Colômbia, Portugal e República Tcheca.

20 outubro 2014

UE decide proibir entregas de combustível de aviação à Síria

A União Europeia decidiu proibir o fornecimento à Síria de combustível de aviação, afirma uma declaração final sobre a Síria, adotada esta segunda-feira, em uma reunião do Conselho de Ministros das Relações Exteriores dos 28 países da comunidade europeia.


Voz da Rússia

"O Conselho (da UE) chegou hoje a um acordo político sobre a proibição da exportação para a Síria de combustível de jato e aditivos para ele, uma vez que isso pode ser utilizado para a realização de ataques aéreos contra civis", afirma o documento.


UE, Síria, combustível Foto: RIA Novosti

Ao mesmo tempo, a referida proibição ainda não entrou em vigor, como o Conselho da UE ainda precisa elaborar um "instrumento jurídico adequado", o que "acontecerá em breve".

Ucrânia anuncia morte de vários militares perto de Lugansk

Vários soldados ucranianos morreram perto da aldeia Smeloe, na região de Lugansk, o número exato de mortos está sendo apurado, anunciou esta segunda-feira o porta-voz do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Andrei Lysenko, em uma coletiva de imprensa.


Voz da Rússia

No fim de semana, perto de um posto de bloqueio, nos arredores de Smeloe, eclodiram os confrontos entre forças de segurança ucranianas e milícias.

"Morreu um soldado do batalhão Aidar, um soldado da 95ª Brigada e alguns soldados das unidades militares da Ucrânia, que defendiam o posto de bloqueio", disse Lysenko. Segundo ele, o número exato de mortos está sendo apurado.